Recentemente surgiu uma polêmica envolvendo a classe jornalística e o STF (Supremo Tribunal Federal) em razão da desqualificação do diploma de jornalista, o que tornaria qualquer cidadão comum em jornalista, caso queira.
A decisão do STF, foi baseada na tese de que exigindo o diploma, a sociedade perdia a liberdade de expressão, e ficava a mercê de veículos de comunicação que por defender os seus ideais, influenciavam a população.
Engana-se quem pensa que para escrever uma matéria, basta apenas colocar suas idéias no papel,existem públicos alvos, cada matéria é escrita conforme ao público que vai atingir, com linguagens diferentes.
A qualificação se encaixa no contexto de saber o que está escrevendo, é por isso que existem os cursos de graduação, do mesmo jeito que um médico precisa de estudos para examinar um paciente e diagnosticar o problema, uma pessoa precisa de estudos para passar as informações de forma correta para a massa, ou seja, o jornalista.
Ao que indica o STF anda um pouco ‘de mal’ com a classe jornalística ao afirmar que “o Brasil seria um país bem mais avançado se qualquer um pudesse expor as suas ideias aos demais”, tudo bem, eu como futuro jornalista até concordo que os demais deveriam expor suas idéias, mas pra isso precisaria tirar o nosso diploma? Que exponha suas idéias nas rodas de amigos, reuniões de trabalho e etc.
‘Oras bolas’, será que ninguém tem idéia formada nesse Brasil? Será que 100% dos brasileiros são influenciados por uma reportagem ou editorial publicado em algum canto?
Aí fica a seguinte questão, se a liberdade de expressão é baseada nisso, então se uma pessoa achar que o diagnostico de um médico está errado, ela poderá intervir e sugerir o que ela achar que é correto?
Liberdade de expressão não é verdade!
E tenho dito!
Por Estevam Collar de Brito
Ameeeeeeeeeeeeeeeiiiii Cotoquinhooooo parabéns e seja bem vindo a turma dos bloggers
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